E mais uma vez, estamos aqui falando de uma plataforma inesperada que recebeu um port de Doom! O clássico, famoso por seus inúmeros ports para os mais diversos “dispositivos” ao longo dos anos, agora foi parar em ondas sonoras! Isso: colocaram Doom para “rodar” em ondas sonoras.

Os sons se propagam por ondas de forma bastante literal, movendo-se para cima e para baixo. É possível visualizar essas ondas por meio de um espectrograma, um gráfico que representa visualmente essas ondas. Se é possível “ver” sons, por que não transformá-los em imagens? Essa foi a ideia genial do usuário do Reddit Wojtek-Graj, que transformou Doom em ondas sonoras, tornando-o jogável de uma maneira única!

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Para demonstrar seu port em ação, o criador utilizou um espectrograma para exibir o jogo em execução, de maneira lenta, mas funcional! Dê uma olhada no vídeo:

O jogo é renderizado quadro a quadro de forma lenta, mas, como podemos ver no vídeo, é possível jogar Doom através de trilhas sonoras. Surpreendentemente, o jogo não é controlado por meio de teclados ou controles, mas sim através de áudio. Utilizando um microfone, determinadas frequências sonoras foram mapeadas para comandos específicos, como movimentação, rotação da câmera e troca de arma, como demonstrado no vídeo acima. Infelizmente, jogar Doom por meio de ondas sonoras impede que ouçamos sua trilha sonora e os sons do jogo. Limitações da plataforma, sem dúvida.

Desde a visualização do Doom em uma bactéria intestinal, ou em um par de brincos, não há limites para onde o jogo pode ser executado da próxima vez.

Não são poucos os locais inusitados que já receberam o port de Doom, incluindo motosserra, painel de Porsche, touchbar de um MacBook, câmera digital, Playdate, geladeira, Game Watch da Nintendo, calculadora científica alimentada por 700 batatas, teste de gravidez, GIF, Twitter, telefone de disco como controle, bloquinho de Lego, dentro do próprio Doom, trator agrícola, Bloco de Notas do Windows, menu de Teletexto de TV e até mesmo um par de brincos!