Poucos sabem, mas antes de existir Resident Evil, existiu Sweet Home. Lançado em 1989 para o Famicom, aquele jogo da Capcom baseado num filme de terror japonês já trazia muitos dos elementos que definiriam o survival horror anos depois: exploração de uma mansão assombrada, gerenciamento de inventário limitado, puzzles ambientais e aquela sensação constante de vulnerabilidade.

LANÇAMENTO
E se você quer garantir a sua cópia física e ainda de quebra conhecer um dos espaços mais incríveis do universo gamer da Capital de São Paulo, corre lá na Mundo WarpZone — Rua Olga Abujamra, 106, Vila Mariana, São Paulo/SP. Informações e pedidos pelo WhatsApp: (11) 97390-7748.

Sweet Home foi a semente. E em 1996, quando Shinji Mikami trouxe ao mundo o primeiro Resident Evil no PlayStation, ele não estava criando algo do zero — estava dando nova vida a uma ideia que dormia havia quase uma década. Nascia ali não apenas uma franquia, mas um gênero inteiro que mudaria para sempre a forma como encaramos o medo dentro dos videogames.

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E que trilogia original foi aquela, meus amigos. Resident Evil, Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis formam, até hoje, um dos conjuntos mais importantes da história dos games.

Cena de Sweet Home

O primeiro nos apresentou a Mansão Spencer e o terror claustrofóbico das câmeras fixas. O segundo expandiu tudo para as ruas de Raccoon City com Leon e Claire, elevando a narrativa e a atmosfera a um patamar que ninguém esperava. E o terceiro nos deu Nemesis, aquela criatura implacável que nos perseguia sem descanso — trauma coletivo de uma geração inteira. Essa trilogia definiu os rumos do PlayStation e consolidou o survival horror como um dos pilares da indústria.

Agora, quem viveu aquela época no Brasil sabe que a realidade era bem diferente por aqui. Jogo original? Era artigo de luxo. A nossa salvação atendia pelo nome de “CD pirata da Players“, aquelas caixinhas com capa xerocada (de ótima qualidade) que a gente comprava nos camelôs das grandes cidades.

E eram esses mesmos camelôs que nos salvavam, porque sem eles, muita gente simplesmente não teria jogado nada. Eu mesmo joguei a demo do Resident Evil 2 antes mesmo de o jogo completo estar disponível para venda — aquele disco de demonstração circulava de mão em mão como um tesouro sagrado.

Vem ai: Resident Evil 9

A gente não tinha internet pra baixar nada (ou quase nada), não tinha loja especializada na esquina (até tinha, mas não tão especializada assim). O que a gente tinha era a molecada trocando informação no boca a boca e o camelô garantindo o acesso àquilo que, de outra forma, jamais chegaria às nossas mãos.

Era pirataria? Era. Mas pra muita gente, era também a única porta de entrada para um universo que mudou nossas vidas. Não estou sendo dramático, não, era isso mesmo.

Trinta anos depois daquela primeira noite na Mansão Spencer, a franquia recebe hoje, 27 de fevereiro de 2026, seu novo e importantíssimo capítulo: Resident Evil Requiem. O nono jogo principal da série traz de volta Leon S. Kennedy ao lado da novata Grace Ashcroft, nos levando mais uma vez às ruínas de Raccoon City numa história que alterna entre o terror de sobrevivência puro e a ação tática.

Disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC, Requiem celebra três décadas de sustos, tiros e portas trancadas.

E se você quer garantir a sua cópia física e ainda de quebra conhecer um dos espaços mais incríveis do universo gamer da Capital de São Paulo, corre lá na Mundo WarpZoneRua Olga Abujamra, 106, Vila Mariana, São Paulo/SP (pertinho do metrô Ana Rosa).

Informações e pedidos pelo WhatsApp: (11) 97390-7748.

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Porque hoje, diferente de antigamente, dá pra comprar o jogo original no dia do lançamento — e apoiar quem vive e respira essa cultura.