
Sempre fiz questão de falar de dinheiro abertamente com vocês, então vamos aos números do documentário das revistas de videogame. A campanha tinha meta anunciada de R$ 35.000 e terminou arrecadando pouco mais de R$ 57.000, o que na época pareceu uma folga confortável para tocar o projeto.
Só que o custo real seguiu um caminho bem diferente, porque somando tudo que já foi investido até agora chegamos em torno de R$ 88.000, valor que saiu do meu bolso e do bolso do Artur, e com o transporte das mídias do Canadá a previsão é que a conta encoste nos R$ 100.000.
Boa parte desse estouro veio de coisa que ninguém coloca em planilha porque ninguém espera que aconteça. A gente teve material que queimou no meio do caminho, entrevista que se perdeu e precisou ser refeita do zero com todo o custo de deslocamento outra vez, e o preço da gravação das mídias, que subiu bem acima do que tinha sido orçado lá no início. É o tipo de imprevisto que só cobra a conta depois, quando você já está com o projeto andando e não existe mais opção de recuar.
Já expliquei isso em live e vale repetir aqui, porque a meta que a gente anuncia quase nunca é o valor que o projeto realmente custa. A gente coloca um número mais baixo porque a porcentagem sobe rápido, o projeto ganha corpo e isso chama a atenção de quem ainda não conhece, e por isso as campanhas da WarpZone saem sempre na modalidade flex, já que a entrega vai acontecer de qualquer maneira.
Esse documentário não vai se pagar e está tudo bem, a gente segue trabalhando duro nele porque o objetivo aqui nunca foi lucro e sim registrar uma história que ninguém tinha registrado direito até hoje.
ATUALIZAÇÃO
Para quem quiser e puder, essa é uma live que eu fiz no dia 11/09/2026 em que falei bastante sobre os projetos atuais ainda em aberto:







