Sempre fiquei um pouco retraída em relação a jogos com dificuldades severas, como jogos da franquia Souls. Apesar de ter jogado vários games com uma dificuldade elevada na infância, como Battletoads, Nioh conseguiu me desafiar bastante.

Minha experiência com Nioh foi algo do tipo “eu não vou conseguir terminar esse jogo, melhor vender…” ao mesmo tempo que “mano, eu acho que consigo terminar esse jogo…”. Com um alto fator replay, mas um pouco diferente. Muitas vezes somos obrigados a fazer o replay porque não conseguimos concluir uma missão.

Porém, Nioh me presenteou com várias horas de diversão (sim, acredite). Achei o jogo super bonito e estava sentindo falta de um universo com um Samurai (na verdade era saudades de Onimusha). Sem dúvidas, esse foi o principal motivo de eu jogar e me interessar por Nioh.

Apesar de jogos como a franquia Souls e Bloodborne virem antes, graças a Nioh hoje eu não tenho mais um temor por esses games. Atualmente, estou jogando Sekiro e não vejo a hora de continuar ele nessas férias (vida adulta sem tempo é complicado mesmo).

Com relação ao combate, gostei que Nioh faz isso de um jeito frenético. Os chefes são muito interessantes, a “coreografia” do combate me agradou na maioria dos inimigos. Com relação a história, de fato existe uma narrativa por trás mas para mim não foi o forte. O personagem principal William não é tão carismático, mas confesso que senti falta dele ao jogar a demo de Nioh 2 na Brasil Game Show 2019.

Jogar Nioh, sem dúvida, me deixou com sede de provar mais jogos com dificuldades extremas da atualidade. O fato de eu ter que me adaptar ao jogo e o desafio me encantou de um jeito que não tem mais volta. Posso demorar (muito) a zerar, mas com certeza vou me aventurar mais nesses títulos.