Ahola leitores! Ansiosos para mais uma review? Vocês já sabem qual review escreverei sobre um evento importante que ocorreu no mês de julho: a Retrocon! Neste ano, o evento veio cheio de novidades para o público, com convidados especiais e internacionais, além de ainda mais jogos indies para o público experimentar. Foram três dias de um evento sensacional, que reuniu um público imenso para reviver a nostalgia dos eventos retrô.

Mas vamos começar esta review avaliando os estandes que visitamos durante o evento, além dos jogos que tivemos a oportunidade de experimentar durante a feira.

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Dragon Store – Trazendo dois lançamentos de jogo para o público experimentar!

Para o público que jogou no Atari ou que já assistiu à Rede Manchete, experimentar os jogos da Dragon Store é algo inovador, especialmente para esse público mais velho. A Dragon Store está sempre recriando jogos clássicos do Atari para as gerações atuais, fazendo com que os chamados “boomers” possam reviver a nostalgia e se apaixonar novamente por essas recriações.

Tive uma ótima experiência experimentando esses dois jogos e foi muito interessante poder conhecer de perto essas releituras de clássicos que marcaram gerações.

Um desses jogos que citei dentre desses dois lançamentos é o ENDURANCE, que é uma releitura do jogo Enduro, de Atari 2600, onde podemos controlar um carrinho que tem um objetivo de ultrapassar os outros carros que vêm aparecendo para o jogador desviá-los, quando você atinge o carro à frente você acaba perdendo velocidade, porém esse jogo acaba inserindo um objetivo de passar vários carros em menos de alguns minutos, semelhante no que tem do jogo Enduro.

Também nesse jogo tem modos diferentes, um deles com chuva, nevasca, noite e neblina para o público desfrutar. Também eles implementaram um modo 3D onde o jogador pode utilizar um óculos para conseguir ver o jogo saindo da sua tela! Deixando os boomers loucos vendo isso, pois é um modo que não tinha no Atari, mas que conseguiu ser recriado no computador.

Agora falaremos de outro jogo que a Dragon Store trouxe para essa Retrocon, é o NIGHT STALKER. Nesse jogo você controla um explorador de cavernas que carrega uma arma, nele você tem que encontrar munições no meio da caverna para recarregar a sua arma e atirar nos inimigos que habitam naquele lugar. Os inimigos que estão nesse jogo são robôs, aranhas e morcegos.

Ao ser atingido pela aranha ou pelo morcego, você acaba ficando paralisado por alguns segundos, mas logo volta ao normal. Porém, quando é atingido pelo robô, você acaba morrendo. Mesmo assim, esse é um jogo bem legal de jogar, principalmente quando você tem um amigo junto para deixar a experiência ainda mais divertida.

A Dragon Store, neste ano, apresentou várias recriações muito legais, trazendo jogos clássicos para as gerações novas e antigas e mostrando como esses títulos ainda podem ser divertidos nos dias de hoje. Recomendo os “boomers” jogarem os jogos desenvolvidos da Dragon Store para reviver aquela parte da infância ao jogar um dos jogos que fazem parte dessa época incrível!

Infinitevania / JHT GAMES – uns dos jogos que foram atração nessa Retrocon com sua forma de jogar!

Um dos jogos que também esteve disponível para o público foi o Infinitevania, desenvolvido pelo estúdio JHT Games, do Espírito Santo, que trouxe esse jogo que me impressionou, e que também impressionou o público dessa Retrocon, mas também fui experimentar dar uma experimentada nesse jogo.

A gente inicia esse jogo com o garoto, que acaba sendo sugado por um portal que leva a esse mundo misterioso, e nesse jogo ele tem muitos objetivos para se evoluir, porém vamos só contar um pouquinho da demo desse jogo, onde ele enfrenta o Etrom, o primeiro boss que encontramos no início do jogo, mas ele só atacava e eu apanhava na batalha, ao ponto de ter perdido várias vezes para ele.

Mas é bem interessante como desenvolveram esse boss e os ataques dele que desafiam o público. Muitos não conseguiram concluir de enfrentar esse Boss, mas teve um garoto que conseguiu derrotar esse boss em menos de 4 minutos, e isso me admira o quanto que tem jovens que são muitos profissionais em jogos como esses.

Foi um ótimo jogo para ser demonstrado durante o evento, mas a versão completa também é ainda mais interessante. Vale mencionar que o garoto protagonista é dublado pelo famoso Lucas Almeida, que fez um ótimo trabalho dando voz ao personagem.

Além disso, o jogo conta com gráficos incríveis, que remetem aos estilos de 8 e 16 bits, trazendo uma estética retrô que ficou muito bonita. Inclusive, já adquiri o jogo para continuar explorando essa história, que ainda tem muito a ser contado.

Uma ótima recomendação de jogo difícil, hein, para quem ama enfrentar desafios e compreender a história. Esse jogo é uma ótima recomendação para quem também quer ter a adrenalina pros altos.

Grapixo – conscientizando o estilo da arte urbana dentro da Retrocon

Nessa Retrocon teve arte? Sim! O jogo Grapixo: A Arte em Guerra trouxe essa importância da cultura urbana do pixo e do grafite para dentro do evento, com um mural que o público poderia usufruir com suas artes e assinaturas, e que também esse mural aparecerá dentro do jogo, onde os jogadores poderão visualizar as artes que foram produzidas durante a Retrocon no jogo.

Também tive a oportunidade de experimentar esse jogo, no qual controlamos uma arte de rua que ganhou vida e utiliza uma lata de grafite como arma. Com ela, podemos andar pelas paredes de estabelecimentos e casas, enfrentando outros grafites que tentam impedir a sua existência, além de poder pixar por cima de cartazes e outras artes espalhadas pelo cenário.

É um ótimo jogo, principalmente pela mistura entre os cenários 2D e 3D, que consegue explorar muito bem a estética urbana e transformar a cidade em uma parte importante da experiência.

Também consegui chegar até o boss do jogo, que era um camaleão que se camuflava e aparecia para atacar o jogador com a língua dele, mas o jogador poderia combater esse camaleão pixando em cima dele, mas até que foi fácil enfrentar esse inimigo. Porém, perder a vida nesse jogo pode tornar o desafio mais difícil de sobreviver e enfrentar o Boss.

Depois de ter jogado, fui fazer um desenho no mural deles para deixar minha marca por lá. O mural também esteve cheio de artes criativas e de assinaturas, e acabei participando no sorteio deles onde concorria para uma camisa. Adivinha o que aconteceu: acabei ganhando o sorteio e ganhando uma camisa bonita do jogo deles, e eu fiquei superanimado depois de ter ganhado esse brinde, mas feliz com a experiência que estive testando esse jogo.

Também esse jogo faz parte da minha lista de recomendações. Se quer um jogo que misture olhar 2.5D com tema de explorar prédios e atacar criações de artes vivas, este jogo é para você.

Emocre – um caça monstrinhos que dá vida a emoções! Diferente de um certo jogo conhecido…

Tem jogos que abordam um certo gênero de um jogo famoso que conhecemos, mas não é esse jogo famoso que vamos abordar! Vamos falar do Emocre: Emotion Creatures, que é um jogo que pode ser executado no PC, mas que também tem disponibilidade para Master System!? É impressionante como eles conseguem desenvolver um jogo para um console antigo, mas fui experimentar essa versão de Master System.

A gente inicia nossa gameplay com alguns tutoriais explicando o que são os emocres, e como capturam essas criaturas. Foi bem interessante compreender como que funciona a captura dessas criaturas, e como utilizá-las em combate.

No combate, você pode trocar as criaturas para enfrentar cada outra criatura com outra que seja mais adequada para a situação. Além disso, as emoções também são utilizadas como uma forma de ataque por essas criaturas. Depois de atingir o nível certo de emoção do adversário, você consegue capturá-lo.

É uma dinâmica de combate bem legal que eles desenvolveram para o jogo. A proposta lembra bastante aquele famoso jogo de captura de criaturas, mas apresenta algumas mecânicas diferentes que ajudam a deixar a experiência mais original.

Mas a equipe do jogo também realizou uma speedrun dentro do evento. Quem conseguisse completar a demo em menos de três minutos ganhava uma recompensa. Até que era uma recompensa bem razoável, mas quem completasse a demo disponível também poderia receber um chaveirinho feito em impressora 3D com os personagens do jogo, alguns adesivos e uma camisa.

Uma pena que não consegui levar os outros brindes e fiquei apenas com o adesivo, mas, mesmo assim, eles arrasaram tanto no jogo quanto nos brindes que estiveram disponíveis para o público durante o evento. Dou minha recomendação para quem gosta de caçar uns monstrinhos jogar este jogo, pois ele se inspira muito nos jogos de caça monstrinhos, e acaba sendo um jogo diferente e bem legal, focado em caçar emoções.

Freaking Games / Gixer Entertainment – o jogo da Colônia Contra-Ataca que estava dando no que falar!

Nesse ano também tivemos um jogo que estava sendo o destaque da feira! E também uma desenvolvedora que também foi um grande destaque para esse ano, a Gixer Entertainment entregou um estande colaborativo com o pessoal da Colônia Contra-Ataca, e colocaram seus jogos para o público jogar durante a feira e se divertir.

Mas vamos falar sobre o que foi um dos grandes destaques dessa feira: a Freaking Games! A demo do jogo de Colônia Contra-Ataca esteve disponível para o público experimentar. Sendo um beat ‘em up 2D, semelhante àqueles clássicos jogos de briga de rua, mas trazendo artes inspiradas nas capas do canal Colônia Contra-Ataca e dando continuidade à história das fitas douradas dentro do jogo.

É claro que fui experimentar essa demo, e a seleção de personagens já me lembrou muito Super Smash Bros., o que achei incrível. Também podemos acompanhar uma cutscene inicial que explica um pouco da história do jogo e prepara o jogador para o que está por vir, até que chegamos à primeira fase, onde o Sr. Wilson se transforma no Freaking Ranger! A partir daí, começamos a explorar o cenário de um bairro destruído, enfrentando os inimigos que aparecem pelo caminho. Alguns deles até parecem ter saído diretamente de algum Super Sentai!

Porém, ao chegarmos ao final da fase, encontramos Bob, poderoso e portando suas famosas fitas douradas. Ele acaba nos teletransportando para outro lugar, encerrando assim a demo do jogo e deixando aquele gostinho de quero mais para descobrir o que acontecerá na continuação.

Também participei num meet & greet com eles, onde foi divertido me encontrar novamente, e até levei o meu fone que ganhei para eles assinarem. Foi bem divertido e também eles estavam no palco apresentando algumas coisas que eles desenvolveriam para os próximos episódios do FFG, e dos jogos deles onde os fãs poderiam realizar algumas perguntas para eles.

Foi uma experiência muito legal que a Gixer trouxe para esta Retrocon. Tenho confiança de que o Freaking Games estará pronto e completo para o seu lançamento. O jogo ainda está em fase de demo, mas muitas pessoas estão apoiando e financiando o projeto para que ele possa se tornar realidade.

Espero que a equipe consiga alcançar todas as metas estabelecidas e continue trabalhando para entregar um jogo incrível. E, claro, recomendo que vocês experimentem a demo, que já está na Steam!

Dallm Games Studios – trazendo um jogo que revive a vibe de um jogo de plataforma 3D

A Dallm esse ano trouxe um dos jogos que me fizeram passar um bom tempo jogando, que foi o The Sintonia Chronicles, um jogo que junta agilidade com habilidades que você vai desbloqueando ao longo do jogo, tendo uma história girada em torno da jovem Maria, que explora esse mundo novo em busca das suas cachorrinhas perdidas, assim desvendando mistérios daquele lugar. Porém vamos falar da minha experiência que eu tive.

A gente começa a demo em uma floresta, onde a protagonista, Maria, vai explorando o ambiente e conversando com os seres que habitam por lá, como os Lumorianos e os Avatares que encontramos pelo caminho e que acabam nos guiando durante a aventura.

Essa segunda fase também funciona como um mini tutorial, ensinando ao jogador as habilidades básicas que a nossa protagonista possui. Fui explorando os diferentes locais do jogo e enfrentando os inimigos que apareciam pelo caminho, inclusive usando os próprios cenários para avançar.

Em alguns momentos, tive certa dificuldade para passar por determinadas partes da fase, principalmente quando precisava abrir alguns portões. Porém, os desenvolvedores foram muito legais e conseguiram me guiar durante a experiência, fazendo com que eu aprendesse aos poucos novas habilidades e entendesse melhor as mecânicas do jogo, até finalmente chegar ao Boss…

Quando chegamos nos boss depois de passar por muitos obstáculos e ter que pular até lá, a gente acaba enfrentando o boss, onde ele é um slime gigante que fica dividindo slimes pequenos para termos que pisar. Quando ficamos pisando nos slimes o boss fica perdendo seu tamanho, e se pisamos em todos os slimes, ele ficará bem pequeno para no final a gente pisar em cima dele e vencer ele! Assim somos liberados para um portal para outra fase, assim terminando o jogo.

Essa demo foi bem gostosinha de se experimentar, e eu amei o quanto que eles se esforçaram para desenvolver as fases desse jogo e a história e esse cenário. Só foi uma parte do que eles estão preparando para esse jogo que há um grande potencial, e espero conseguir experimentar esse jogo completo.

Beljogos – trazendo suas produções incríveis, e um dos jogos que me fizeram ficar maluco pra jogar!

Mais um dos desenvolvedores em destaque na Retrocon foi o estúdio Beljogos, que trouxe 4 jogos desenvolvidos por eles. Infelizmente acabei só jogando dois jogos deles, um que já está na Steam, e outro que está em lançamento, mas sinceramente o jogo que eles vão lançar vai fazer muita gente ficar concentrada e morrer no jogo passando raiva, como que aconteceu comigo. Mas vamos falar do primeiro jogo que experimentei.

CODE Bunny foi um dos jogos que mais me divertiu, principalmente por permitir praticar vários combos e movimentos durante a gameplay. O jogo foi desenvolvido por paraenses da Team Seventh Star e publicado pela Nuntius Games e pela Vsoo Games.

Trata-se de um jogo de plataforma 2D que me lembra um pouco Mega Man, mas que combina suas mecânicas de combate com movimentos rápidos e uma jogabilidade bastante dinâmica.

E, claro, o jogo também conta com uma história envolvendo Axel e Hazel, que são membros do Programa Espacial VY, um projeto criado para explorar o Aethr, uma fonte definitiva de energia encontrada no Cometa Yliaster. Porém, tudo muda quando surge um novo inimigo chamado Mad Bunny, que ameaça o projeto. A partir daí, as duas entram em conflito com ele enquanto descobrem conspirações ocultas no mundo em que vivem.

É um ótimo jogo para quem gosta de treinar combos, dominar os movimentos e partir para cima dos bosses!

Mas agora o jogo de lançamento que vou mencionar aqui me fez pirar! Vocês sabem que na Retrocon anterior também joguei um jogo difícil e agora nessa edição tivemos mais um jogo difícil que me fez ficar viciado para chegar até o boss.

E o jogo que causou isso foi o Catventure, que jogo desafiador! Mas esse jogo é um roguelike onde você precisa adentrar a torre de um vampiro, de posse do seu arco, enfrentar hordas de inimigos na maior dificuldade, e durante o jogo você pode comprar e forjar equipamentos, ganhar poderes especiais ao passar de nível e enfrentar os bixos com a adrenalina alta.

E foi assim que fiquei jogando esse jogo, enquanto o próprio dev já estava preocupado se eu teria algum ataque cardíaco! Cheguei a fazer upgrades nas armaduras, coletar itens e morrer várias vezes, mas continuei persistindo até conseguir chegar ao Boss.

Na verdade, consegui chegar duas vezes até o Boss desse jogo! Foi bem louco, porque a maioria das pessoas não conseguia chegar até essa parte. O problema é que eu acabava morrendo e precisava voltar tudo para o início da fase, que dorzinha de cabeça, hein? Haha.

Mas enfim, se você quer jogar um jogo de plataforma 2D ou um roguelike que vai te deixar maluco de tanto perder, recomendo esses dois jogos que valem a pena, mas deixando uma avaliação queridinha pro Catventure.

“Esse jogo me fez enlouquecer após perder pra um bixin que jogava machado em mim antes de chegar aos boss, que ódio.” 10/10

Giant Warrior Studio – trazendo mais um jogo divertido de restaurante monstruoso

Para aqueles que amam jogos de cozinhar, passar perrengue na cozinha e tentar entregar o melhor no estilo Overcooked, irei falar de um jogo que mistura esse estilo de jogo caótico com monstrinhos. Os desenvolvedores da Giant Warrior Studio trouxeram mais um jogo divertido desenvolvido por eles, o famoso Monster Meals: Bigbite Diner, sendo uma continuação do jogo original Monster Meals, mas agora focado em restaurantes e exploração de receitas ao redor da cidade.

Mas vamos resumir essa gameplay: iniciamos em um tutorial onde como que funciona o restaurante, onde se aplica os equipamentos da cozinha, e quando abrimos o restaurante ou quando vamos a explorar. Também é possível decorar seu restaurante ou expandir níveis de comida.

É muito legal o modo exploração onde você tem que sair e enfrentar uns monstros, mas ao pegar os restos de comida durante sua exploração você acaba perdendo a energia, assim tendo que retornar pro seu restaurante em cima de um caracol equipado com motor, mas que anda que nem um fusca lento. Ao retornar para o restaurante, você pode inserir as comidas que você vai vender, e aí começa a loucura.

Os clientes desse estabelecimento não são pessoas normais: são monstros que estão morrendo de fome e querem devorar lixo! Mas, pelo menos, eles pagam pela comida. O problema é que acabam deixando uma enorme sujeira pelo chão, obrigando você a limpar tudo — caso contrário, algum cliente pode acabar escorregando na sujeira deixada pelos outros.

Aos poucos, o estabelecimento vai ficando cada vez maior, e a situação pode fazer você endoidar tentando entregar as comidas de qualquer jeito para conseguir agradar todos os clientes. É aquele tipo de jogo que começa tranquilo, mas rapidamente pode transformar o restaurante em um verdadeiro caos!

Foi um dos jogos divertidos que joguei, mas que também recomendaria jogar com algum amigo em algum momento divertido, ou até de trio para não lidar com tanta dor de cabeça, porque isso é a demonstração do trabalho em conjunto, ou podemos dizer “o poder da amizade”.

Sunabi Studios – trazendo um dos seus títulos recentes que ainda está em desenvolvimento!

Imagina experimentar um jogo roguelike em que você assume o controle de um personagem para enfrentar uma legião de inimigos e vilões poderosos em um mundo com temática medieval. Foi essa a experiência que a Sunabi Studios trouxe para a Retrocon deste ano, apresentando uma demo experimental de seu novo título.

O jogo que tivemos a oportunidade de experimentar foi Bard’s Fault, um roguelike que pode ser jogado em co-op com até quatro jogadores. Durante a aventura, é possível evoluir o personagem e fazer com que ele relembre partes de sua própria história, além de comprar e aprimorar itens para utilizar durante as batalhas. O jogo também conta com um modo história, que permite acompanhar melhor a jornada do personagem e descobrir mais sobre esse universo medieval.

Porém, experimentamos o jogo com algumas explicações e tutoriais que os próprios desenvolvedores nos passaram no início da partida. Eles explicaram como controlar o personagem e onde poderíamos realizar alguns upgrades.

Depois, tivemos a liberdade de escolher qual mapa queríamos jogar. Como acabei jogando em duo, escolhemos o mapa do deserto e nos preparamos para enfrentar os inimigos que apareceriam durante a partida, e a cada inimigo que vencemos no jogo, a gente poderia tirar um pouquinho de tempo para ir atualizando nossas armaduras e ficarmos mais fortes para enfrentar a próxima legião de criaturas.

Mas também as criaturas vão ficar fortes, onde você vai ter que pensar em uma estratégia se vai partir pra cima dessa legião ou ficar se regenerando e atacando até chegar ao próximo nível. Mas quando você evolui de nível, é dado três cartas para evoluir você em campo, porém você só tem que escolher uma, mas isso repete a cada nível evoluído, até que chegue no boss.

Depois de passarmos por alguns níveis, chega o grande desafio! Durante a nossa gameplay, uma cutscene é apresentada mostrando uma criatura de pedra se erguendo: era o boss daquela fase, chamado Bouldros.

Então, começamos a enfrentá-lo, mas precisávamos lidar também com uma legião de criaturas que avançava contra nós ao mesmo tempo. O jogo ainda conta com uma ótima trilha sonora medieval durante as batalhas contra os bosses, produzida por brasileiros, dando aquela adrenalina enquanto enfrentamos os inimigos.

Na primeira tentativa, foi bem difícil, principalmente porque eu estava jogando solo. Então, precisei usar a estratégia de ficar desviando dos ataques e regenerando minha vida para, só depois, partir para o ataque. Porém, quando joguei em duo, a estratégia foi diferente: enquanto um de nós atacava o boss, o outro ficava responsável por enfrentar os demais inimigos que apareciam.

O boss possui uma barra de vida enorme e ataques bastante fortes, capazes de atingir o jogador mesmo quando ele está a uma certa distância. Mas, depois de muita luta, conseguimos derrotá-lo! Como recompensa, recebemos alguns itens e fomos redirecionados de volta para o início, onde tínhamos a possibilidade de aprimorar nosso personagem, trocar de personagem e, então, partir para o próximo nível.

Achei bem legal ter experimentado Bard’s Fault. É um ótimo jogo para se recomendar em jogo com amigos e compreender as histórias desses personagens no jogo enquanto enfrenta legiões de monstros.

Ragnarok Origin: Classic – Aonde a essência retorna para a nostalgia

Ragnarok é uma das surpresas de estande que estiveram durante na Retrocon, mas com um novo Ragnarok, sem Pay to Win e retornando a suas origens. O Ragnarok Origin: Classic (ROOC) promete retornar a muitas coisas do passado e também remover coisas que envolvam coisas pay-to-win e sistema de sorteios de pets raros, sem marcas e esculturas, com foco de atrair um público F2P, mas fui visitar o estande deles em busca de ganhar algum brinde.

Primeiro, recebemos um cartãozinho para participar da ativação. Depois, passamos por um monitor gigante, onde podíamos selecionar qual classe queríamos utilizar. Após escolher, a máquina pedia para fazermos uma pose e tirava uma foto nossa. Em seguida, ela gerava uma imagem personalizada, que podíamos salvar e publicar nas nossas redes sociais.

Depois de passar por essa máquina, seguimos para uma roleta, onde podíamos garantir alguns pontos para o nosso cartãozinho. Após conseguir os pontos, fomos até os celulares disponíveis no estande para experimentar o novo Ragnarok, que estava disponível para o público.

Mas depois de termos experimentado o jogo, vamos até a mesinha dos brindes que vamos receber e entregamos nosso cartãozinho para consultar se temos pontos suficientes para resgatar um brinde. Mas os brindes que eles trouxeram foram pelúcias, meias do poring, copos do ROOC, até stickers e chaveirinhos do poring. Eu acho que quase ganhei todos esses brindes, menos as pelúcias, mas acabou sendo uma experiência positiva de levar alguns brindes para casa.

Ter participado dessa experiência com Ragnarok foi bem legal! O mais bacana foi poder ver o público tendo a oportunidade de experimentar esse novo Ragnarok, que promete retornar às suas origens — como o próprio nome já diz.

Também fiquei muito feliz por ter conseguido conquistar alguns brindes durante a ativação. E é claro que eles fizeram sucesso na produção dos brindes, que estavam muito legais!

Considerações Finais & Brindes – o que eu achei?

Assim terminou essa review de fan que escrevi, mas falando sobre o evento… ele estava incrível! A Retrocon vem se evoluindo a cada ano com mais qualidade, novidades e mais espaço para o público indie que busca demonstrar seus jogos e celebridades numa feira que vem ganhando relevância a cada ano. Também aproveitei meu tempo durante o evento para caçar vários brindes, e no final acabei saindo com monte de brinde que fui ganhando na feira, mas também conheci amigos novos e fui reencontrando amigos que estiveram presentes nas edições anteriores do evento. Fiquei bem feliz com a presença deles.

Também me reencontrei com vários influencers na feira, e até tirei fotos com eles e até com o John Riggs, que estava gostando de estar no Brasil novamente.

Porém queria dar um destaque dos brindes que conseguiu dentro da feira, e aumentaram bastante a distribuição dos brindes do que na edição anterior, até consegui camisas e revistas.

Enfim, término essa matéria com chave de ouro dizendo que aguardo que no próximo ano a Retrocon continue aumentando o público e sendo um lugar para nós. Uma pena que houve assaltos dentro da feira e com o artista Kevin Bayliss e o desenvolvedor Joeveno, porém é de se esperar que esses casos forem resolvidos e que a segurança do evento aumente. Mas enfim, essa foi a melhor review que realizei sobre o evento, e espero retornar mais uma vez para realizar próxima review, de alguma feira que vier! Até mais.