
Ahola! Adivinha quem retornou mais uma vez para fazer a cobertura dos maiores eventos da América Latina? Sou eu mais uma vez, presente em mais uma edição da Brasil Game Show, que continua se consolidando como a maior feira de games da América Latina. Mas, para iniciarmos esta review, teremos que visitar os estandes que trouxeram novidades para este ano de Brasil Game Show.
Primeiramente, já observamos algumas mudanças na organização do evento: a edição anterior aconteceu em cinco dias, porém o número de dias reduziu para quatro. Aí fica uma questão: se essa redução ajuda na reconstrução do evento ou apenas em sua organização. Tivemos ausência de algumas marcas que estiveram em edições anteriores, e de marcas que simplesmente não serviram para nada.
Mas podemos apontar pontos positivos para a feira, com a diminuição de marcas alimentícias no evento que nem sabem o que é “gamer” e trazendo marcas que são para o público gamer.
SEGA – Recheada com vários lançamentos para o público brasileiro experimentar
Que loucura a SEGA neste ano! Com tantos lançamentos, ela não está para brincadeira e quer fazer de seus jogos as principais novidades da feira, com cinco lançamentos principais para este ano e para o ano que vem. Fui dar aquela experimentada gostosa nos jogos presentes em seu estande.
Podemos iniciar com o Sonic Pico Park, um jogo feito para celebrar o aniversário de trinta e cinco anos da franquia, em parceria com a franquia Pico. Esse jogo funciona mais com multiplayer entre dois e quatro jogadores e parece ser bem divertido. Às vezes tem algumas dificuldades que é possível solucionar com trabalho em equipe, para assim conseguir passar de fase.
Agora, outro jogo que todos estavam esperando ansiosamente é o Persona 4 Reload, que vem sendo uma das principais novidades da SEGA em questão de lançamento, e também pude ter a experiência de jogar na feira. A gente iniciou a gameplay no meio de uma rua deserta à tarde, porém enfrentando monstros horrendos que atordoavam, e o modo de combate desse jogo estava bem interessante. Também trouxeram o jogo legendado em português, atraindo assim o público brasileiro a experimentá-lo.
Uma pena que não consegui jogá-lo completo, pois meu tempo havia esgotado, porém acabei levando um chaveirinho que eles fizeram do jogo, e olha que estava bem bonitinho o chaveirinho deles.
Outro jogo que trouxe novidades e um brinde valioso foi Total War: Warhammer 40,000, que acabei experimentando pela primeira vez. Sua gameplay é bem interessante, pois você comanda tropas de soldados contra monstros e demônios horrendos, utilizando estratégias para enfrentar essas criaturas. É possível enviar as tropas do seu exército para atacar por diferentes áreas ou realizar ataques pelos céus, lançando bombas contra os inimigos, ou outros tipos de ataque pelo campo ou pelos céus.
Com uma jogabilidade focada em combates entre tropas e criaturas, o jogo oferece diversas formas de ataque e maneiras de levar seu exército ao campo de batalha. Passei um bom tempo experimentando o jogo e, ao final da experiência, depois de derrotar o inimigo, ainda podia levar um dos melhores brindes que estavam distribuindo para quem completasse a demonstração: um mousepad gigante com uma ilustração do jogo!
O brinde acabou sendo um atrativo e tanto para quem experimentasse o título. Porém, só de ter tido a oportunidade de jogar e ainda garantir esse presentão, já valeu a pena ter esperado na fila! Rsrs.
Mas outro jogo que experimentei por último foi Stranger Than Heaven, um dos jogos desenvolvidos pelo mesmo estúdio responsável pela franquia Like a Dragon. O jogo apresenta um sistema de combate bem parecido com o de Like a Dragon, porém com a possibilidade de viajar no tempo e conhecer diferentes épocas do Japão, explorando algumas das histórias que o jogo tem a oferecer nesses cenários.
É um ótimo jogo para quem gosta de explorar cenários históricos do Japão, passando por diferentes períodos, de 1910 a 1960. Nele, você pode tanto entrar em conflitos quanto realizar missões nessas épocas. Porém, a jogabilidade das lutas mudou, fazendo com que o jogador utilizasse os gatilhos do controle, em vez dos botões tradicionais, para bater nos inimigos ou até mesmo utilizar armas durante os combates.
Além disso, os inimigos variam de acordo com o período em que você está jogando. Alguns deles eram bem chatos, e eu tinha que me deitar na porrada para conseguir vencê-los. Mesmo assim, foi muito legal explorar os cenários desse jogo, e também introduziram alguns personagens conhecidos, até o Tupac!? Tipo, às vezes me impressiona quando eles adicionam famosos em uma lore de um jogo e ninguém esperava por uma adição como essa, rs.
Mas houve um lançamento que me impressionou, que foi o Crazy Taxi: World Tour, que é a ressuscitação de uma franquia perfeita que marcou uma geração de segamaníacos. Esse novo Crazy Taxi veio bombando para a geração atual, com diversas formas de se jogar, e sendo um open world onde você trabalha como taxista, que comete loucuras para levar os clientes a tempo em seus locais.
Foi bem divertido ter experimentado o jogo, e bem louco ter que entregar os clientes aos seus locais de destino. Às vezes eu tinha que viajar numa estrada quase longa e fazer uns drifts loucos para levar o cliente até o local, mas acho perfeito como eles produziram a loucura desse jogo e como eles conseguiram adaptar o Crazy Taxi para as gerações atuais.
Agora, as lembrancinhas da SEGA foram as melhores! Tivemos stickers, ecobags, pôsteres e até mousepads. Uma pena que não consegui levar todos os brindes disponíveis em seu estande, mas o tratamento que eles ofereceram ao público foi uma das melhores coisas que fizeram durante a BGS.
Valeu muito a pena visitar um estande como esse, que trouxe novidades maravilhosas de seus jogos e brindes incríveis para o público brasileiro!
Smile One/NetEase Games – Trazendo jogos orientais para o público ocidental!
Nessa BGS não faltou jogo oriental, e a NetEase Games trouxe essa novidade para nós experimentarmos durante a feira com a Smile One! Foram cinco jogos para o público dar uma experimentada durante a feira, e dois deles que consegui experimentar foram Where Winds Meet e Blood Strike.
Iniciaremos abordando o Where Winds Meet, que é um jogo do gênero ação e aventura, semelhante ao Genshin Impact. O jogo se passa em um vasto mundo aberto, onde o jogador pode realizar missões, que são categorizadas em história principal, capítulo perdido, encontro e exploração, e muitos outros desafios, bem como inúmeras atividades casuais.
Mas fiquei jogando só dez minutinhos da gameplay, enfrentando algumas criaturas e derrotando-as. Porém, acabei esquecendo que há gravidade no jogo e, quando caí de um lugar bem alto, acabei morrendo, mas é normal esquecer de alguma maneira boba de morrer.
Porém, pude experimentar outro jogo que eles trouxeram: Blood Strike, que é bem parecido com vários títulos conhecidos do gênero battle royale. Entretanto, eu diria que ele acaba sendo meio sem graça por fazer parte de um gênero que já está bastante repetitivo. Mesmo assim, é um tipo de jogo que muita gente continua jogando, sem se importar tanto se é mais um título que segue a fórmula dos battle royales.
Apesar disso, foi bem legal passar um tempo eliminando alguns bots em um modo de jogo parecido com o de CS:GO. No fim das contas, até que é um jogo divertido para se distrair e passar o tempo!
Agora, os brindes que recebi no estande foram bem legais! Porém, havia uma ativação em que você precisava realizar uma recarga para participar de uma garra online, que oferecia brindes que iam desde broches até um kit completo de teclado e mouse.
Acabei realizando minha recarga e participando dessa ativação, mas, no fim, recebi um mousepad bem sem graça. Eu achava que ganharia algo melhor do que isso, porém, pelo menos, também recebi uma sacolinha recheada de brindes, incluindo um copo, um broche, um cordão e até um cartão personalizado deles, que estava bem fofo!
Pelo menos não saí de mãos vazias do estande e ainda garanti a experiência de experimentar os jogos deles.
Nintendo – Trazendo seus jogos e um lançamento especial para o público experimentar
A Nintendo veio este ano para a Brasil Game Show com um estande enorme de mil metros quadrados, com seus jogos e com lançamentos especiais para o público, por exemplo o EA FC 27 e o Modern Warfare 4. Porém, vamos falar da novidade que a dona Nintendo vem trazendo, o mais recém-lançado Nintendo Switch Sports Resort, um jogo que traz o jeito divertido de praticar esportes dentro do seu console! E eu tive a experiência de experimentar esse jogo.
Teve dois modos que acabei experimentando: o boliche e o tiro ao alvo. Porém, iniciamos com o boliche, que funcionava com um Joy-Con na mão. Uma das funcionárias esteve me ensinando como se deve jogar, e aos pouquinhos fui compreendendo como se joga.
Os movimentos são os mesmos da vida real, trazendo aquela sensação de que você está praticando um esporte, e acabei me divertindo com a experiência desse minigame, que também me lembra o antigo Wii Sports. Também houve uma ótima disputa que fiquei jogando, e consegui empatar no tiro ao alvo, algo que eu nunca tinha visto em um jogo esportivo como esse.
Mas outro lançamento que experimentei na Nintendo foi o Call of Duty: Modern Warfare 4, que estava bem insano, sendo uma continuação dos Modern Warfare anteriores e trazendo uma nova campanha para essa história, na Península Coreana, onde o jogador pode estar jogando no lado norte-coreano ou sul-coreano durante o modo história. Porém, acabei jogando o modo multiplayer, entre 6v6 jogadores, e foi bem louco ficar destruindo o lado inimigo, além de bem divertido ter resenhado contra os outros em meio à BGS.
Porém, a franquia Modern Warfare passou por diversas mudanças ao longo de sua trajetória. Lembro-me de ter jogado alguns dos títulos mais antigos da série, nos quais a tecnologia não tinha tanto destaque. Os conflitos eram marcados principalmente pelo uso de armas de fogo e granadas. Hoje, porém, podemos observar como os avanços tecnológicos passaram a fazer parte da guerra, tornando os confrontos de Call of Duty cada vez mais modernos e repletos de recursos tecnológicos.
O jogo também trouxe outras mecânicas interessantes, como a possibilidade de invocar drones para marcar os inimigos e até mesmo lançar uma bomba nuclear durante a partida para garantir a vitória. Uma pena que eu não tenha descoberto essas possibilidades enquanto jogava, pois seria muito engraçado vencer uma partida dessa forma e depois sair voando pelo mapa, tacando fogo no parquinho. Mesmo assim foi ótimo ter experimentado um jogo como esse, que vem expandindo sua história.
Mas vamos para as lembrancinhas! A Nintendo trouxe ótimos brindes para o evento, incluindo itens de seus jogos que estavam disponíveis por lá, como stickers de Mario Kart World e Star Fox, além de pôsteres de LEGO Batman.
Mas teve um dos brindes que todo mundo queria: uma ecobag e uma viseira do Nintendo Switch Sports Resort, que estavam incríveis! Porém, achei a viseira ainda mais bonita do que a ecobag. Mesmo assim, foi uma experiência incrível ver a Nintendo recebendo tão bem o público brasileiro.
KOCCA – Fazendo o público experimentar seus recentes lançamentos, produzidos pelos sul-coreanos
Pela primeira vez, tivemos a presença do governo sul-coreano na BGS, trazendo jogos desenvolvidos em seu país para o público brasileiro. A KOCCA trouxe quatro jogos para a feira, com gêneros variados e brindes para os visitantes. Acabei experimentando apenas dois deles, mas essas experiências me permitiram conhecer um pouco mais sobre os jogos independentes produzidos na Coreia do Sul.
Um dos jogos que experimentei foi Vanran, que mistura uma atmosfera sombria com elementos do gênero Soulslike e que também me fez lembrar um pouco de Dark Souls. No jogo, controlamos um humano que foi sequestrado por demônios e levado para ser torturado nas profundezas da terra. No entanto, ele consegue escapar de sua cela e encontra uma espada, que passa a utilizar para enfrentar os demônios que habitam esse submundo.
O jogo apresenta uma atmosfera obscura e sombria, com uma ambientação que transmite uma sensação de frio e desconforto. Entretanto, a dificuldade foi um dos pontos que mais marcaram minha experiência. Em algumas ocasiões, tentei enfrentar os demônios, mas tive bastante dificuldade para derrotá-los. O mais engraçado é que isso se repetia tantas vezes que quase passei dez minutos na mesma fase, tentando vencer o mesmo inimigo!
Apesar da dificuldade, Vanran é uma ótima opção para quem gosta de jogos no estilo Soulslike. No meu caso, porém, não foi muito a minha praia. Ainda assim, para quem curte esse gênero, fica aqui a minha recomendação para experimentar o jogo!
Outro jogo que experimentei foi Ghost M: Global, um MMORPG de ação que também envolve NFTs. O título me lembrou bastante MapleStory, principalmente pela proposta de enfrentar monstrinhos para conseguir recursos e acumular moedas virtuais.
Um dos recursos disponíveis é o combate automático, que permite deixar o personagem atacando os inimigos sem que seja necessário realizar as ações manualmente. Embora essa mecânica possa ser interessante para quem deseja acumular recursos enquanto joga, achei um pouco sem graça deixar o personagem agir automaticamente para eliminar os monstrinhos.
No geral, é um jogo interessante e que pode ser uma boa opção para passar o tempo, seja explorando suas mecânicas ou acumulando recursos e moedas virtuais. Entretanto, a possibilidade de deixar tudo acontecendo automaticamente não me pareceu tão interessante assim. Para quem gosta desse estilo de jogo, ainda pode valer a pena dar uma chance ao título!
Uma pena que alguns jogos apresentados não tenham me agradado tanto quanto eu esperava. Felizmente, os brindes ajudaram a compensar um pouco essa decepção!
Depois de experimentar os jogos disponíveis no estande e adicioná-los à minha lista de desejos, pude participar de uma ativação na qual era possível pegar uma bolinha que continha um dos três prêmios disponíveis: um controle, uma máscara de descanso facial ou… miojo coreano?!
Acabei participando da ativação e consegui uma máscara de descanso facial. Porém, quando tentei novamente, recebi exatamente o mesmo prêmio! Uma pena que essa atividade não tivesse uma temática tão relacionada ao universo gamer, já que os brindes eram bastante diferentes do que eu esperava encontrar em um estande de jogos. Por outro lado, as ativações relacionadas aos próprios jogos foram bem mais legais do que isso. Entre os brindes distribuídos estavam keycaps do Ghost M e cards de Vanran, que estavam incríveis!
Apesar de os jogos não terem conquistado tanto a minha atenção, conhecer as produções sul-coreanas e conferir os brindes da KOCCA foi uma experiência interessante na BGS.
Área Indie – Uma área indie diversificada para visitar e revisitar jogos que você já experimentou!
E, neste ano, tivemos uma área indie diversificada, com jogos nacionais e outros de países vizinhos e distantes. Acabei passando por alguns estandes para experimentar jogos que eram novidades nesta BGS e também revisitei títulos antigos que já havia jogado para descobrir o que mudou neles.
Mas vamos falar sobre os jogos dos nossos hermanos argentinos, que trouxeram um jogo licenciado desenvolvido por eles: Baki Dou: Blood Arena, um dos jogos de luta 2D cheios de ação e golpes especiais que achei incríveis. Ele é um jogo de luta bem diferente daqueles em que você movimenta seu personagem livremente. Neste jogo, você fica de frente para o oponente, distribuindo porrada ou se defendendo dos golpes que ele pode desferir contra você.
Esse jogo também tem um modo história, no qual você enfrenta alguns personagens de determinados capítulos. Havia adversários fáceis e difíceis, mas era possível desviar dos socos ou se defender deles. Porém, nos níveis mais difíceis, os oponentes ficavam mais rápidos, tornando quase impossível desviar de seus ataques a tempo. Isso acabava me deixando ainda mais focado, de alguma maneira, enquanto tentava derrotá-los. Quando você era atingido, havia um tempo para o jogador se restabelecer e voltar à luta, assim como no boxe. Se você não conseguisse se levantar, a vitória ficava com o oponente.
Foi muito legal experimentar esse jogo que a Purple Play trouxe para a BGS! Porém, vamos falar de outro título que também chegou com força ao evento: SurfTank, que me lembra um pouco o DDTank. Nele, você controla seu personagem contra um oponente, mirando na direção dele para lançar bombas, que podem acertá-lo ou acabar falhando miseravelmente por causa da sua mira.
Acabei entrando em uma partida contra um bot para testar o jogo e já comecei tentando aprender a mirar, embora às vezes errasse os disparos contra o oponente. O adversário também errava de vez em quando, permitindo que eu avançasse até ele e despejasse várias bombas em cima dele. Às vezes, ele tentava escapar se teleportando para outro local, mas acabava errando a mira e se teleportando para um lugar relativamente próximo de mim. Mesmo assim, continuei jogando bombas nele até acabar com o bot!
Porém, na partida seguinte, acabei enfrentando um jogador de verdade, achando que daria tudo certo e que estaria diante de um oponente do meu nível. Mas, quando ele se teleportou para perto de mim, percebi que estava enganado! O cara literalmente acabou comigo com apenas duas bombas lançadas na minha direção, me eliminando rapidamente. Fico me perguntando como alguém consegue chegar a esse nível e humilhar o oponente com jogadas tão simples como essa. É preciso muito treino para alcançar um resultado desses, haha!
Agora chegamos ao último jogo, um ótimo título de sobrevivência que funciona diretamente no navegador: Endura: Don’t Spend. Nele, você pode construir itens, minerar materiais e sobreviver aos ataques de criaturas. O jogo começa apresentando ao jogador as possibilidades disponíveis durante a aventura. Também existem limitações que exigem atenção, pois determinadas ações consomem energia e podem acabar enfraquecendo o personagem. Felizmente, é fácil recuperar essa energia consumindo um alimento enlatado ou descansando na sua nave destruída.
Uma pena que não consegui acompanhar o início da noite com esse jogo, mas ele é uma ótima recomendação para quem quer experimentar algo que rode diretamente no navegador, sem precisar de um dispositivo capaz de executar jogos pesados.
Agora, um jogo que voltei a experimentar depois de tantas atualizações foi Dark Island: Faded Memories. Já havia jogado esse título em edições anteriores da Retrocon, quando os desenvolvedores ainda estavam trabalhando em diversos elementos do projeto. Entretanto, essa versão atual me surpreendeu com várias novidades, incluindo conteúdos que já vinham sendo desenvolvidos nas versões anteriores, como novos inimigos e chefes (bosses), a possibilidade de montar em um dragão e voar com ele, a troca de armas sem precisar abrir o inventário e uma variedade maior de armamentos, cada um com diferentes níveis de força. Também introduziram um tutorial, algo que não existia nas versões anteriores.
Fiquei impressionado com as mudanças e as novidades adicionadas ao jogo, que o tornaram ainda mais interessante. Isso pode ser percebido tanto nos cenários, que agora apresentam mais detalhes, quanto nas novas fases, que despertam a curiosidade de explorar o mundo do jogo.
Também foi engraçado quando inseriram algumas referências a memes. Ao derrotar um chefe, por exemplo, não aparece aquela mensagem básica de “Level completo”, mas sim um “Farmou Aura”, o que deixa o jogo um pouco mais engraçado.
As atualizações que os desenvolvedores fizeram me deixam ainda mais animado para acompanhar as próximas novidades que poderão ser introduzidas no jogo. Espero continuar acompanhando o trabalho deles e descobrir o que mais estão preparando por aí, hehe.
Cosplayers – Uma das atrações importantes para entreter o público na feira
E não podemos esquecer dessa rapaziada, que se esforça a cada ano se fantasiando de um ou mais personagens para gerar lembranças ou se divertir interpretando esse personagem. Os cosplays também fazem uma grande diferença para a BGS, e olha que, neste ano, tivemos cosplays bem criativos na feira.
Um dos cosplays que estavam criativos, feitos por grupos de amigos, foi o de Drama Total. Eles arrasaram demais no evento e até trouxeram a placa da ilha onde ocorre a trama desse desenho em versão real. Também me impressionou a união que eles fizeram para vir ao evento nesse estilo, e a presença deles atraiu muitos olhares do público para essa ideia criativa de cosplay.
Agora, outro cosplay que estava chamando a atenção foi o de Deadpool e Vampira, que arrasaram muito bem em seus cosplays. Porém, em minha visão, o Deadpool era o centro das atenções: tinha gente que reconhecia o herói e até gente que pedia foto com ele, e acho curioso como o Deadpool se tornou um dos personagens mais queridos dentro de feiras e eventos, pois todo mundo tende a interagir com o herói que tem habilidades bem loucas em comparação a um super-herói normal.
Agora, outro cosplayer do universo Marvel que estava presente nessa BGS foi o sósia do Tony Stark, que até parece com ele, porém estava engravatado no evento. Parecia que ele tinha saído de alguma reunião bem importante da empresa dele, mas é bem legal se encontrar com pessoas que parecem com famosos ou com personagens fictícios.
Porém, o cosplayer é um dos destaques importantes para a feira, e também tiramos mais fotos com outros cosplayers que estiveram fantasiados de tudo que envolve cultura geek e pop, no mesmo lugar em que estava ocorrendo a BGS. Ou podemos dizer que adicionaram mods no evento e spawnou tanto personagem que não se sabe de onde vieram, hehe.
Observações e finalizações sobre o evento – Será que realmente essa BGS foi a melhor de todas?
Antes de concluir esta review, teremos que ser sinceros e fazer algumas observações. Infelizmente, esta BGS deixou de ser a BGS dos sonhos para muitos, devido à diminuição do espaço e à existência de uma área vazia no evento, que acabou servindo apenas para acomodar a praça de alimentação. Podemos dizer que esta edição foi bem fraca em comparação com as anteriores, que contavam com estandes conhecidos do público e convidados mais relevantes do que os que estiveram presentes este ano.
É uma pena observar essa decadência em um evento que já tem quase duas décadas de história e que ainda se considera a maior feira de games da América Latina. Porém, se continuar desse jeito, a BGS corre o risco de ficar esse título.
Isso me magoa ao ver um evento sendo prejudicado por preços elevados sendo cobrados tanto das marcas quanto dos consumidores que visitam a feira todos os anos. A BGS precisa acordar e sair desse olho do furacão para se reinventar, evitando que um futuro caótico continue manchando a imagem de uma feira tão importante para o Brasil e para a América Latina. Porém, se continuar desse jeito, já era: a concorrência pode tomar conta e acabar enterrando de vez o evento. Este trecho que estou escrevendo serve, portanto, como um apelo à feira.
A BGS precisa se reinventar. Rever os preços cobrados dos consumidores e das marcas, recuperar o espaço perdido e voltar a valorizar o público que ajudou a construir sua história são passos fundamentais para o futuro do evento. Reinventem-se enquanto há tempo, ou corram o risco de perder o legado que vocês mesmos construíram.
Enfim, termino esta review de fã em relação à BGS sendo bem honesto por aqui. Eu depositei muita confiança de que esse evento iria mudar para melhor, porém, na realidade, eles deram cinco passos para trás, diminuindo o espaço que tinham para acomodar atrações que deveriam ser ocupadas por games.
Apesar disso, algumas coisas salvaram minha experiência nesse evento, como os jogos e os brindes que foram distribuídos e também o público que esteve por lá. É uma pena ver o retrocesso do evento e a forma como tratam o público, mas torço para que melhorem em breve, pois, se a BGS acabar, um grande retrocesso ocorrerá para o cenário de games no Brasil.
Mas, enfim, esta foi mais uma review de mais um evento do qual participei! Agora, espero marcar presença em outras feiras nos próximos meses ou no ano que vem, para cobrir as maiores novidades do mundo geek e gamer. Vejo vocês na próxima review! Até breve! 🙂







